Natal, ah … o Natal.

Então é Natal, o ano termina e começa tudo outra vez …
Parece que nestas datas o mundo vira de ponta cabeça, tudo se transforma, muda e vivemos em paz.
Gosto do Natal, justamente pelas minhas convicções religiosas, pelas lembranças doces da infância, quando minha mãe abria as janelas e escondia os presentes e nós corríamos procurando-os. A ceia, os abraços, montar a árvore de Natal.

Entretanto, depois que cresci, comecei a olhar de forma diferenciada os dias. Hoje eu vejo o Natal como uma data de consumismo exacerbado, como:
– Olha, eu comprei esse presente para você, tudo bem? Agora aceite, me dê um abraço e esqueça tudo de errado que eu fiz. Beijos.
As pessoas resolvem serem melhores, amam, mil amores e paz e quando os relógios anunciam o dia 26, fim. Seria tão bom se as pessoas resolvessem serem melhores durante todo o ano, se elas realmente almejassem serem melhores a cada momento. Que as famílias se reunissem mais vezes com abraços e votos sinceros.
Deveria ser Natal todo ano, será que assim as pessoas se tratariam melhor? Perdoariam?

Quem sabe a esperança reinasse. O amor ao próximo seria presente, ninguém precisaria mendigar o respeito.
Não é porque hoje é dia 25, que o ano terminou. Faltam 5 dias, para repensar nossas atitudes com o próximo, não é necessário chegar 2014 para tudo se renovar.


Todo dia devemos nos repensar e fazer o melhor, acreditar que há algo para aprender, vivenciar, sorrir.

Celebre.
Por isso não desejo um feliz 2014 e sim, um feliz dia 25, 26, 27 …

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