Falling Free

Te olhar pela primeira vez foi como olhar as folhas caindo no outono, tão natural e tão belo.

Sua mão encontra a minha, e cada terminação nervosa do meu corpo responde, como se estivesse esperando até hoje por esse toque. Meu coração batia forte, mal conseguia suportar tanta ansiedade. Uma carga enorme de hormônios misturados ao seu cheiro que me faziam perder o controle.

Cada olhar me fazia sentir algo novo. E quando decidi deixar que seus olhos entrassem, invadissem os meus, já era. Naquela hora, tudo estava feito. Você já era meu, e eu já era seu.

Seus lábios tocaram os meus de uma forma tão doce e apaixonada. O sabor daquele beijo era algo que nunca havia sentido, me deixou com vontade de ter mais, muito mais.

Seus braços em volta de mim diziam que você era minha proteção, e eu realmente me senti seguro por estar ali, aninhado em ti.

Meio estranho como o amor funciona, não é?

Faz a gente se sentir confiante, mas ao mesmo tempo tão inseguro.

Te faz se sentir seguro, mas também pode te trazer tanto medo de que aquela segurança acabe.

Amar assim é como pular de paraquedas. A partir do momento em que você dá o impulso, não há volta, e o que vem em seguida é um mistério. Você pode ter um momento incrível, voar alto e se sentir incrivelmente bem, ou pode cair, e se machucar muito. Mas quando a gente ama de verdade, estamos dispostos a cair. Quando se ama, se aceita o fato de que não é mais a gravidade que te leva ao chão, e sim a falta deste amor.

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