Você já mudou de ideia hoje?

Isso mesmo! Já mudou de gosto, de opinião hoje? E que tal tentar? Parece uma hipótese improvável? Por quê? Por que será que é tão difícil a gente se desapegar de velhas opiniões formadas? Eu, sinceramente, tenho pensado muito sobre isso.
Acho importante, de verdade, nos permitirmos ao novo. Que tal experimentar aquela comida que ~não gostamos (mas que na verdade nunca comemos), e tirar novas conclusões? Ou confirmar as velhas? Ou escutar uma música de um estilo diferente do que você está acostumado? Ir à um barzinho novo? Viajar para um lugar que você não conhece.
Não gosta de cozinhar? E por que não fazer um curso rápido de culinária, e descobrir um novo talento? As possibilidades de experimentar o novo são muitas, e muitas vezes não custam nada. 
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Eu gosto de falar sobre esse assunto, porque acho que experimentar o novo nos ajuda a mudarmos nossa percepção de mundo, de vida. Nos torna mais sensíveis. Quanto menos acesso a novas informações e a novas possibilidades, mais o nossa “cabeça-dura” permanece.
“- Mas Débora, mudar de opinião não é falta de personalidade?”. Sinceramente? Não acho.
Ás vezes a gente confunde personalidade e senso crítico, com teimosia. Confunde com “eu estou certo, essa é minha verdade absoluta, e quem pensa diferente de mim, está errado”.
Pior do que se passar por uma pessoa com falta de personalidade, acho uma situação mais triste ainda aquele que tem vergonha, medo ou simplesmente se nega a dar o braço a torcer por uma situação nova, ou apenas diferente daquela que se tinha como verdade absoluta.
Isso não quer dizer também que tenhamos que jogar fora tudo o que somos, e reconstruir do zero. Mas estarmos cientes que não somos os donos da verdade. Que existem outras formas de pensar, e que elas também estão certas.
Estarmos abertos ao novo pode mudar nossa vida. De verdade!
Quando estamos propensos a pensar com a cabeça aberta, longe da criticidade inibidora (que ao meu ver, é diferente do senso crítico), estamos aptos a viver de uma forma diferente e mais leve.
A criatividade também precisa ser aplicada a nossa vida. Aliás, deve. E ninguém consegue ser criativo quando a sua auto-censura é maior que a sua disponibilidade para se permitir à novas experiências.
Então, ao invés de pensar “eu nunca vou fazer isso”, ou “odeio comer isso”, ou qualquer coisa do gênero, que tal responder com um “- E por que não?”.
“Eu tenho a minha opinião, até eu mudar de ideia” 
(frase atribuída à Sócrates)
(texto originalmente publicado em: http://www.vivendoeempreendendo.blogspot.com.br)
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