Como eu cheguei até o Guia (OU como ele me encontrou)

Não sei explicar o que um livro precisa ter para me chamar a atenção. Ou o que um amigo precisa dizer/fazer para que eu me interesse pela publicação que ele quer me recomendar, porque se a insistência for muita, pode virar revés. Mas com o Guia, depois de muita insistência (e quase 6 meses depois), funcionou. Eu estava de férias no Rio de Janeiro, visitando a família. O período livre já estava no final, eu já tinha esgotado os livros que havia levado. Os que comprei, já estavam no fundo da mala, ajeitada para a volta. Entrei na Nobel do West Shopping e olhei aquele livro fininho, com aquele monte de informações na capa e decidi dá-lo uma chance.

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MAS PRA QUEEEEEEEE??

Aconteceu que eu devorei o livro rapidamente, ele é tão divertido e rico em informações que, a partir desta leitura, comecei a anotar passagens que eu gosto nos livros que leio (calma! Isso foi ainda antes da mania de riscar). Comecei essa tradição com ele. Era muita coisa legal pra assimilar, tudo ao mesmo tempo, muitos personagens divertidíssimos, muitas brincadeiras com nosso mundo (que apesar de não se passar muito no nosso mundo, há similaridades ABSURDAS – qualquer semelhança é mera coincidência) e dicas PARA A VIDA, acredite em mim.

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A partir do momento em que você pega o Guia do Mochileiro das Galáxias para ~dar uma lida~, se prepare: você não o largará de pronto. Muito provavelmente, o lerá de uma vez até o final. Trillian, Zaphod, Arthur e Ford e Marvin não te deixarão em paz. Por isso, recomendo: leia-o assim que terminar seus afazeres, ou numa viagem, quando você não tem lá muito compromisso com seus horários. Os personagens (protagonistas, secundários, TODOS) te puxarão e te prenderão no meio dessa trama, a qual você também não quererá sair tão cedo, vai por mim. E outra: facilite para si mesmo, compre logo a coleção inteira. Eu decidi comprar só o primeiro e cheguei em Foz completamente sedenta pelo desenrolar da história.

Logo assim que você se acostumar com o humor agridoce britânico, as tiradas geniais e o desenrolar dos fatos, você também sairá por aí com sua toalha a tiracolo. Isso não te fará mais nerd ou menos nerd, mas te divertirá bastante. E te fará sempre lembrar da frase em letras garrafais (porém amigáveis): “NÃO ENTRE EM PÂNICO!”

* O Dia da Toalha foi criado por um grupo de fãs que, após a morte do escritor, em 2011, procuravam um dia para homenageá-lo. A princípio, pensou-se em uma comemoração em 42 dias após sua passagem, mas, respeitando a premissa randômica do livro, ficou dia 25 mesmo, duas semanas após a passagem do autor. Desde então, ~mochileiros~ do mundo inteiro celebram com suas toalhas à alegria que o radialista, roteirista e escritor Douglas Adams tanto lhes deu.

 

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2 comentários em “Como eu cheguei até o Guia (OU como ele me encontrou)

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