Olha amor

Olha amor, eu guardo em versos de saudades a forma que você sorri, de dentes estrábicos e covinhas saltitantes, do seu olhar que paralisa as ventanias externas e provocam terremotos dentro de mim.

Os teus segundos do meu lado, dando corda no relógio. Todas essas inspirações, cartas, canções sem ritmo, me deixa te descrever, ler teus pensamentos, pintar o mundo com suas cores e criar um museu futuro colecionando o amor em prateleiras expostas, para inspirar telas cinematográficas e novos Romeus e Julietas.

Escrever dicionários decifrados de significados de toques e abraços. Olha amor, me deixa guardar teus segredos e bagunçar teu cabelo, caminha nos quatro cantos do mundo, vem comigo. Converter em palavras e em tantas outras coisas, sobre afins e amor, concretas de essências. De segurar a minha mão como elo, nós de nós.

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Suas formas condizentes, estabelecidas como um café quente, cafuné, poesia e filme. Do teu silêncio, remédio e calma, sonorizando belas melodias, e da estrondosa gargalhada que espanta tristezas empoeiradas. Solta esse coração na rua, pousa no meu, e deixa ele ladrilhar na calçada de casa, sem apegos e meios, sentidos extensos.

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