O conformismo de quem no fundo é infeliz

O texto deste mês é para você pensar. E pensar muito. Você já se deparou com uma pessoa que se veste bem, tem estudo, família, carro do ano, mas que às vezes precisa ofender o próximo para se sentir melhor? Esse tipo de pessoa é aquela que não vê alegria no que diz, no que faz, e no que vive, apenas sente a necessidade de te dizer mil e uma vez o que já fez por você. Eu chamo isso de conformismo de quem no fundo é infeliz.

Certa vez uma amiga minha astróloga me disse que somos seres volúpeis e volúveis. Na hora eu não entendi muito, mas pesquisando no santo Google, (de um modo bem resumido), somos inconstantes, somos únicos, somos mais que um num mesmo corpo e pensamento. Mas, eu diria que mais que isso. Somos impulsivos, imprevisíveis, egoístas, egocêntricos, gananciosos, prepotentes, arrogantes, descuidados, impacientes, conformados… E no, lá no fundo, só pensamos no que será bom pra nós.

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Lógico, devem existir suas exceções, mas quando a máscara cai, nos deparamos com todos esses adjetivos ruins e pesados, dos quais nunca pensaríamos usar para determinadas pessoas ou situações. Todo mundo tem seus problemas, suas necessidades, seus medos, seus sonhos e por conta disso, na maioria das vezes nos tornamos individualistas demais. Pensar em si, realmente é mais fácil do que pensar no outro.

Mas, o que a mão direita faz a esquerda não precisa saber. Existe uma palavrinha mágica, aliás duas, que se chamam: gratidão e respeito. Eu sou grata, até quando existe respeito comigo. Quando se acaba o respeito, fica difícil manter a gratidão. No conformismo de quem no fundo é infeliz, acontece muito disso. Temos apreço, admiração, carinho e amor que se perdem por um simples gesto de ignorância ou egoísmo. Nessa hora, acaba-se o respeito. Por conta disso, você percebe que no fundo a infelicidade acaba ganhando espaço na vida de quem está a sua volta.

Esses dias vi no facebook de alguém (mais uma vez a rede social me servindo de pauta), a seguinte postagem: “De vez em quando, é bom dar uma sacudida na árvore da amizade para cair as podres. Talvez não precisa de esforço em sacudir. Fruta podre cai sozinha”. Ai lhe pergunto caro leitor, do que adianta as frutas podres caírem mesmo que sozinhas, se muitas vezes nós estamos tão podres quanto elas? De que adianta, a podre cair, e no seu pé ficar as invejosas, falsas e você?

É incrível como temos a mania de culpar o outro pela nossa infelicidade. De passar na cara aquilo que no fundo não fizemos de coração. Precisamos ser práticos. Valorizar quem sempre esteve conosco, e procurar entender que o erro está em nós e não no próximo. Só assim, deixaremos o conformismo de lado, e entenderemos que para ser exemplo, precisamos sempre ser melhores.

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2 comentários em “O conformismo de quem no fundo é infeliz

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