A curiosidade mais interessante deste poema, que posso dividir com vocês, é o fato dele ter sido escrito para um concurso na época do meu Ensino Médio, (1999 – 2001), no Colégio Estadual Bartolomeu Mitre. Eu dei uma melhorada nele para publicar e ficou bem bacana na interpretação da poeta Mapê Carneiro e seu esposo Antônio Carlos ❤

 

Brasil

Falar do meu país,

É navegar por suas belezas,

Viajar por suas riquezas,

E até confundir-se com seus defeitos

Afinal, ninguém é perfeito.

Terra das aquarelas, tão belas,

De solo rico,

De cultura farta,

De culinária fantástica.

“Que é bonita é bonita e é bonita”

Acarajé, churrasco, rapadura, oxente!

É a feijoada, moqueca, tri-legal guri!

É marmelada, pé-de-moleque,

Bolo de fubá, queijo com docinho, uai!

Esses são alguns dos muitos temperos do Brasil.

Esse menino, Brasil, joga bola,

Brinca de pipa e peão

Ama a natureza,

Que é uma beleza,

Dos pampas às fortalezas,

Os horizontes são belos,

E o Rio de Janeiro continua lindo

O Amazonas continua inenarrável

Assim como nossas Cataratas,

E todas as nossas praias

Paisagens da terra brasilis.

Brasil das cores e sabores,

Das borboletas e dos passarinhos

Do sabiá e outro não se vê como lá.

Rala-bucho, cafuné,

Dengos e chamegos,

Ê! Trem bão, meu rei

Somos um povo rico que tem saudades

Nosso português deveria ser nosso brasilês

Brasil que detesta

Segunda-feira,

Brasil da última hora,

Da pressa.

Brasil do futebol,

Da cantoria e do gingado

Da moda de viola, do axé

Passando pelo pagode

Pois todos se sacodem

E deslizando pelo samba e o forró

Dos terreiros à capoeira,

Dos olhos de ressaca,

Das loiras geladas

Mimar-te vamos ó meu Brasil,

Na rede a te balançar

Seja nosso xodó,

És o país da folia, da eterna alegria,

Dos mais belos pores-do-sol,

Dos imponentes girassóis,

De terra molhada,

De noites enluaradas.

Cada dia descubro mais de ti Brasil,

E percebo que te mostras aos pouquinhos,

Fazendo charminho,

Já que és Gigante

Gigante, incrível, assim é sua gente

Gente simples, humilde,

Marias, Joões, Josés

Dos Santos, da Silva

Ferreira e Oliveira

São os incríveis João – Pessoas

Já disse o poeta.

É… um filho teu não foge mesmo  à luta,

Tem seus braços, seu ombro

Muito forte que suportam mesmo o mundo.

Supera a fome e a seca,

E faz batuque mesmo de panela vazia,

Para fazer seu carnaval

É bravo, não se “aperreia”

Sempre “levanta e sacode a poeira”

Enxuga seu rosto molhado de suor,

Do trabalho de sol a sol.

Terra sem limites,

Sem fronteiras culturais…

Onde muitas vezes bestificas o mundo

Esse vasto e caduco mundo

Não percas teu ritmo,

Tua fé, ó Brasil

Sejamos brasileiros,

Morenos e faceiros

E como dizem:

“Com muito orgulho

Com muito amor”

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