Difícil quem não se sente ansioso. Uns demonstram mais, sofrem mais, outros nem tanto – que sorte desses.

Nunca vou esquecer do dia em que mais passei mal por causa da ansiedade. 04/12/2014 – nessa data apresentei meu TCC. Defendi meu livro-reportagem sobre dependência química diante de 3 mestres do jornalismo – que me avaliavam, mais outros grandes professores e profissionais que fizeram questão de me assistir, amigos, colegas e minha avó também estavam presentes. Dias antes a ansiedade já me acompanhava, mas no dia da apresentação, minhas mãos ficaram geladas e eu transpirava muito. Meu coração parecia que ia sair pela boca, a respiração estava tão difícil que tinha momentos que a sensação era de que ia desmaiar. Na hora de começar a apresentação, tchãm, tchãm, tchãmmm. Comecei a chorar. É… naquela hora eu já nem sabia mais o que sentia. Só sei que eu tentava me segurar e continuar a explicação, mas a voz embargada e o choro me acompanharam por uns minutos. Demorou um pouco, mas consegui encontrar o ponto de equilíbrio e me soltei. Hoje fico espantada ao lembrar de como passei mal por causa da ansiedade. Ah, o resultado? Fui aprovada com nota 10. Recebi elogios que até hoje me emociono ao lembrar.

Os sintomas podem ser físicos ou psicológicos. Pessoas ansiosas costumam sentir falta de ar ou têm a respiração ofegante, sentem tremores, falam muito rápido, se irritam facilmente, tem dificuldade para dormir, não conseguem controlar os próprios pensamentos, e sempre tem a sensação de que algo ruim vai acontecer.

A ansiedade é uma sensação ou sentimento decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central consequente à interpretação de uma situação de perigo. Parente próxima do medo (muitas vezes a diferenciação não é possível), é distinguida dele pelo fato de o medo ter um fator desencadeante real e palpável, enquanto na ansiedade o fator de estímulo teria características mais subjetivas. (fonte: ansiedade.com.br)

É normal ficar ansioso diante de coisas novas. Quem é que não ficou ansioso pelo primeiro de trabalho, ou a espera da formatura ou então com o coração a mil as vésperas de realizar AQUELE sonho como a de subir no altar. Até aí, tudo bem, tudo normal. O problema é quando a ansiedade passa a fazer parte da rotina sem motivo aparente e o desgaste emocional e físico fica cada vez maior. De acordo com especialistas, o ideal é procurar ajuda médica quando o distúrbio passa a causar sofrimento. O psicólogo ou psiquiatra poderá ajudar. Há três tipos de tratamento: psicoterapia, medicamentos, ou a junção dos dois. Mas sempre com o acompanhamento médico.

Tratar o distúrbio é fundamental. Mas e que tal prevenir a ansiedade de forma que te prejudique tanto?! O importante é ter qualidade de vida, lembre-se disso.

Tenha uma alimentação balanceada; durma bem, ao menos 7 horas por noite;  pratique exercícios físicos. Encontre um ponto de escape, algo que te faça relaxar nos momentos de crise. Respirar fundo por alguns instantes em um ambiente  tranquilo também pode ajudar em momentos de tensão.

 

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