Workaholic? Oi? Não sabe se tu és? Então deixa que eu te ajudo a responder isso.

Workaholic é aquela pessoa viciaaaaaaada em trabalha. Sabe como é, né, que não desliga dos assuntos do trabalho mesmo em casa, entre amigos e até uma festa o.O sim, o workaholic não só pensa muito no trabalho, como fala sobre ele, coitadas das pessoas que convivem com uma. A situação é ainda pior quando o seu companheiro atua na mesma área que você, aí ferrou.

Pode não ser ruim ser workaholic, depende do ponto de vista de cada um e claro, de como a obsessão pelo trabalho afeta sua vida pessoal, ok? Por isso é importante sabermos identificar algumas características para que posteriormente possamos refletir sobre o comportamento tido nos últimos tempos.

 

O workaholic:

  • Tem dificuldades para lidar com o fracasso;
  • É movido pelo desejo de ser o melhor em tudo o que faz.
  • Trabalha horas e horas por dia, não se importando de ultrapassar o horário;
  • Estressa-se muito facilmente, inclusive quando não concorda com a forma de atuação do outro;
  • Tudo o que não é controlável é sinônimo de irritação. Trânsito congestionado, atendimento lento em restaurante, por exemplo.
  • Aproveita qualquer brecha para discutir problemas ou desempenhos profissionais. 
  • Mesmo de folga, férias, seja lá qual for a situação, lá estará o serumaninho conectado ao trabalho. Com o smartphone em mãos está antenado a tuuudo e se tiver oportunidade ainda dá pitaco;
  • Não dorme bem e costuma acordar no meio da noite para fazer lembretes de coisas que tenha esquecido.

 

Trabalhar muito não é ruim, mas é preciso ter cuidado quando os excessos tornam-se parte da rotina. O que é preciso deixar claro aqui que trabalhar em excesso não é sinônimo de competência.

A Coach e Instrutora de Treinamentos pela Scala Coach Carla Panisset propõe uma reflexão: “o que leva você a passar mais horas no escritório do que parece saudável? Isso realmente está levando você a um real crescimento, aumento de performance e satisfação subjetiva? Isso o faz ser mais criativo (quantas ideias ou projetos novos você sugeriu no último ano)? Ou será que essas horas extras farão apenas você e sua família engrossarem as listas dos pacientes de consultórios terapêuticos ou de cardiologistas nas próximas décadas?”

“Para aumentar a motivação e o amor por sua atividade, comece a anotar quantas horas são gastas semanalmente com o trabalho, a família, os cuidados com saúde e a alimentação e o descanso/lazer. É somente a partir do equilíbrio destas áreas que podemos resgatar a energia necessária ao aprimoramento contínuo e à obtenção da satisfação profissional – a que coaduna com nossos verdadeiros valores.” – complementa Carla Panisset.

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