Se você não assistiu ainda o final da série… ou nem assistiu e quer assistir a série e finalmente não quer nenhum spoiler, procure outro texto foda aqui pelo ninho e boa leitura… but… se você é meio Ted Mosby e quer ver o que eu tenho pra dividir com vocês, bora!

Pra relembrar, vamos rever este final alternativo?

Ok, dou aquele tempo necessário pra vocês se recuperarem e enxugarem as lágrimas… hahaha

Por onde começar nessa minha reflexão, sendo eu, uma Ted Mosby na fase: onde está the one?

Eu não posso me queixar das minhas amizades, o que me falta em amor correspondido eu tenho em amizades sensacionais, dessas tipo Lilypad e Marshmallow… tenho minha Robin e até um sujeito meio Barney na minha vida, todos muito presentes. Toda essa sorte que eu tenho nas amizades me falta no amor. Com meus 34 anos, ainda não tive um amor realmente correspondido. Ainda não me senti amada plenamente e capaz de devolver todo esse sentimento não. Estou ainda nessa tal árdua jornada que a “tia” Lily fala… e que inclusive, já me falaram muitas vezes, me consolando de todas as formas possíveis, mesmo não sendo uma mega intervenção. E sim, por mais que não pareça, nosso coração é resistente, e muitas vezes quando a gente pensa em desistir, tá ali, com aquele fundo de esperança de que o destino, se encarregue de fazer as coisas realmente acontecerem. E assim como o agora otimista Ted, eu também tenho consciência de que nada mais é do que “a vida”. E talvez meus amigos, só vão saber nas próximas temporadas se eu realmente consegui ou não. Mas o ponto x está em que quando é pra ser, É FÁCIL! No próprio vídeo quando Ted explica as reviravoltas de alguns de seus relacionamentos (ao longo da série é mais aprofundado) vemos que em todos eles, a insistência, aquela coisa meio chorada, não funcionou, ou até pode ter funcionado por um período mas acabou não dando em nada e a dor foi pior. Eu tenho percebido muito isso, mas muito mesmo. Por mais que eu acredite muito nessa coisa do destino, de de repente como hoje, que está uma chuva como a desse encontro Ted e Tracy, ir com minha Robin pro meu bar favorito, e de repente encontrar a the one e tudo ser fácil, podendo também eu ir e passar raiva e voltar com o coração ainda mais vazio, as coisas realmente acontecem. Você pode insistir com a pessoa, encher ela de tudo que ela diz sempre buscar em relacionamentos: atenção, carinho, um trato diferente, coisas materiais (que óbvio você está dando porque você quer e não pra jogar na cara) mas quando não é pra ser, não adianta, por mais que você se esforce, se do outro lado o sentimento não for o mesmo, tudo isso se perde. Então eu continuo acreditando naqueles velhos clichês e frases que enchem minha timeline das redes sociais de que: “a pessoa certa vai amar tudo que as erradas achavam ruim” ou algo por ae… Ah! amiga, quando menos você esperar… aparece…

E não é só o conhecer e esse primeiro envolvimento que vai ser fácil. Eu consegui meio que ir até a página dois, até dois ou três episódios e a participação especial e coadjuvante termina (de todas as maneiras possíveis) do mesmo jeito que começou…puf do nada.

Eu sou uma pessoa sonhadora como o Ted, e como ele em episódios anteriores muitas vezes eu me canso. Me canso no auge dos meus 34 anos a começar com toda aquela conversinha de: Oi tudo bem, gosta do que? Costuma ir aonde? Gosta de séries? E depois terminar sem assunto e muitas vezes magoada após mais um pseudoromance ser efêmero e pasteurizado.

Isso me lembrou muito outro trecho importante da história do Ted que vocês podem ver aqui…

Eu não sei se daqui a 45 dias eu terei esse momento… em que tudo vai ser fácil… mas eu também queria meus 45 dias extras… posso estar a 45 dias de distância, 100 dias… 1000 dias… e me lembrou o que uma amiga minha me disse certa vez sobre estar em um barco, e que era preciso paciência, pois mesmo com a inconstância e como se não tivesse pra onde correr, até esse momento chega ao fim. E no final, a pessoa também esteja vindo o mais rápido que ela pode… E eu já estou ciente que vai fluir, vai ser fácil… o que não quer dizer que não vai doer… entendem? 🙂 Então meu conselho final é… por mais que doa, não insista, cara! Sério mesmo… deixa quieto! E que todos nós possamos sentir a plenitude (que deve ser) estar com nossas Lebenslangerschicksalsschatz. (ou se você é fã de Friends – sua lagosta! 😉 )

“- Existe uma palavra em alemão: Lebenslangerschicksalsschatz. E a mais próxima tradução seria ‘O tesouro do destino ao longo da vida.’ E Victoria é  ‘wunderbar’, mas ela não é minha Lebenslangerschicksalsschatz. Ela é minha Beinaheleidenschaftsgegenstand, sabe? Isso significa ’Aquilo que é quase aquilo que você quer…mas não completamente.’ E é isso que Victoria é pra mim.

– Mas como sabe que ela não é Lebenslangerschicksalsschatz? Talvez com o passar dos anos ela se torne mais Lebenslangerschicksalsschatz.

 Não, não, não. Lebenslangerschicksalsschatz não é algo que se desenvolve ao longo do tempo, é algo que acontece instantaneamente. Atravessa você como água de um rio depois da tempestade, preenchendo e esvaziando você ao mesmo tempo. Você sente isso em todo o seu corpo. Nas suas mãos. No seu coração. No seu estômago. Na sua pele. Já se sentiu assim com alguém?

– Acho que sim.

– Se tem que pensar a respeito é porque não sentiu.

– E tem absoluta certeza que encontrará isso um dia?

– É claro. Eventualmente todo mundo encontrará. Só que nunca saberá onde ou quando.“

Assistam a série! ❤

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