Janelas e Passarinhos

Olar, o poema de hoje é da época da faculdade e por essa razão é recheado de intertextualidade!

Carbonera era o Ildo Carbonera, professor de Literatura da Unioeste Foz que me nos enriqueceu com muito, mas muito conhecimento! Certo?

A linda da Maria Julia Martins empresta a voz pro poema nascer…

 

Passarinho

Eu já disse que você está na minha janela

Já sabe o mundo

Já sabe o Raimundo

Que a janela é minha alma

Que a janela é meu mundo

O vasto e caduco mundo da janela aberta

Será que assim estava a do poeta?

Alguns acharão repetitivo

Alguns acharão cansativo

Alguns achariam <outros passariam>

Outros acharão <também passarão>

Eu acho

Muitos já me associam a vocês

O que posso fazer?

A culpa é do grande Carbonera

Eu não parar de escrever, certo?

Me levou pela orelha e me apontou a janela

Eu que não entendia olhei para o lado

E vi a cara faceira a soltar um

Que Beleza!

Eis que então chegou e pousou de mansinho

Você meu amigo passarinho

Que coloriu de laranja o meu mundo

Fizeste isso também ao gauche <e também ao gaúcho>?

Gritei Stop!

E a vida começou e não foi o automóvel!

 

 

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