Toca o telefone, ouve minha voz imatura de incertezas cotidianas, do medo das correrias, dos estresses dessa vida e das alegrias consumidas. Tem dias que se acinzentam e logo aparece um caminhar em teu sorriso. Tô aqui por nós e me deixa ouvir tua voz na simplicidade de um dia comum com refeições de pão de queijo, te cuidando na sonoridade das batidas da asa de um beija-flor.

Um amor leve, de encantos e maturidade para reconhecer o amor nos detalhes. Com lembretes em post-its com letras de caligrafia, tracejar teu corpo de poesia.

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Me faz entender os paraísos dessa terra, de onda e água salgada e enxergar tuas sardas escondidas. Cansei desses amores de cinema, com utopias e frios na barriga, que a nossa companhia seja o roteiro estrelado, com tons de paciência e realidade.

É empático, aprendemos e aceitamos de forma mais tranquila o que nos incomoda no outro. Um amor leve tal como o vento, mas forte como as raízes de uma árvore centenária. Atuar de forma plena e recíproca, com os corações em paz fortalecidos com verdades e menos egoísmos, na diversão de andar da praça e ir a sorveteria, de discutir as séries da Netflix e de tomar cafés adoçados com açúcar mascavo. Harmônico!

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